Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Cum caraças! Como se costuma dizer: Haja dinheiro que (p…..) outras coisas não faltam…

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AQUI mais fotos…

Finalmente !!!

Se fôr hoje já vou um bocadinho mais descansado, porque alguém seguiu ao menos uma coisa do que me lembrei de começar e isso só pode ser bom :)

As novas aventuras “oficiais” das equipas de Vela de Alhandra estarão de, ora em diante, aqui:

http://vamos-a-vela.blogspot.com/ 

Até logo!

O Rio, vazio…

Há coisas imunes às tendências, como aquelas pessoas que continuam a vestir calças de ganga normais, ao invés daquelas que já se compram todas rotas e malhadas de lixívia e que não dão para vestir senão com a cintura a meio do cú.

Aqui n´Álhandra também é assim, para não fugir à regra. O Rio anda vazio, não se chama a gente para a água – inventam-se desculpas - e imunes às tendências só mesmo o Rio, que não pára, os pescadores, que não se fartam, e a passarada, que não tem mais para onde ir.

 

pescadores

A Club Race deste próximo dia 21 foi anulada (quando poderia muito bem ter sido adiada) pela seguinte missiva:

Estimados Sócios,

Por motivo de ausência da maioria dos atletas em competição, não iremos realizar o 6º Club Race que estava agendado para o próximo dia 21

Esperamos a vossa compreensão.

Saudações desportivas

A Direcção

Ora, acontece que a “maioria dos atletas” já não vai estar em competição (ver aqui o porquê) e esfumou-se a desculpa para a anulação, mas ainda assim suspeito que o Rio, esse, vai ficar na mesma vazio, ou quase… É pena…

Abraço a todos

Pedro

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Déjà vu? Ou apenas uma impressionante semelhança com a realidade? (só espero que os ratos não se afoguem, já que alguém para os guiar ao precípicio com a arte de bem dar música já há…)

O Flautista de Hamelin

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

A mais antiga figura ilustando o conto

O Flautista de Hamelin é um conto folclórico, reescrito pela primeira vez pelo Irmãos Grimm e que narra um desastre incomum acontecido na cidade de Hamelin, na Alemanha, em 26 de junho de 1284.

[editar]A história

Em 1284, a cidade de Hamelin estava sofrendo com uma infestação de ratos. Um dia, chega à cidade um homem que reivindica ser um "caçador de ratos" dizendo ter a solução para o problema. Prometeram-lhe um bom pagamento em troca dos ratos - uma moeda pela cabeça de cada um. O homem aceitou o acordo, pegou umaflauta e hipnotizou os ratos, afogando-os no Rio Weser.

 

O flautista de Hamelin (ilustração de Kate Greenaway)

Apesar de obter sucesso, o povo da cidade abjurou a promessa feita e recusado-se a pagar o "caçador de ratos", afirmando que ele não havia apresentado as cabeças. O homem deixou a cidade, mas retornou várias semanas depois e, enquanto os habitantes estavam na igreja, tocou novamente sua flauta, atraindo desta vez as crianças de Hamelin. Cento e trinta meninos e meninas seguiram-no para fora da cidade, aonde foramenfeitiçados e trancados em uma caverna. Na cidade, só ficaram seus opulentos habitantes e seus repletosceleiros e bem cheias despensas, protegidas por suas sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.

E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.

Sábado, Novembro 14, 2009

Uma dia bom para mim?

É ver o nascer do Sol assim em Alhandra:

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E depois, ao fim da tarde, vê-lo pôr-se assim em Valada :)

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MAs por qenquanto vou-o vendo encoberto, atrás das nuvens que ameaçam dar-me cabo da tinta fresca… Mas já faltou mais…

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Isto de não ter santinhos no altar é uma pôrra…

e o santinho predilecto de um gajo quando anda de monocasco é o peso. O peso da quilha, do patilhão, do lastro ou do proprio coiro.

Ora, é sabido, que os trimarans e catamarans contam, para fins de não virarem o pandeiro, com uma coisa chamada estabilidade de forma, ao contrário dos monocascos que dependem da estabilidade que lhes é proporcionada pelo calhamaço de contrapeso que normalmente têm de arrastar pela água a uma profundidade tal que o braço de alavanca assim gerado compense a resultante nefasta da força do vento, aquela que provoca o adernamento. O barco à vela monocasco, por comparação ao multicasco, continua a ser uma máquina amiga do ambiente em termos energéticos mas muito pouco eficiente em termos de aproveitamento da energia que é dele posta à disposição. Neste campo os multicascos superam, e daí as velocidades que atingem…

De facto, o monocasco gasta a maior parte da pressão do vento que lhe acerta nos panos para levantar a quilha, assim adernando, e parte da que sobraria ainda lhe passa por cima da vela, por acção do adernamento. Uma fracção quase resídual fica de sobra para dar seguimento à nau… Ocorre-me dizer que o barco monocasco é, se observado em pormenor, um amortecedor de vento, senão vejamos:

De um modo simplificado (defendido por muitas publicações técnicas de renome) a pressão do vento “q” em Nm-2 actuando perpendicular a uma superfície plana pode ser calculada por:

q=(1/2)ρ x V²

em que ρ  é a densidade do ar ao nível considerado e V é a velocidade em ms-1 do vento incidente.

Se admitirmos V= 25nós ~= 13ms-1 e ρ=1.293 (densidade do ar ao nível do mar) podemos obter que:

q=0.5x1.293x(25x25) = 404Nm-2

Se agora considerarmos uma embarcação com uma vela grande com 7m de testa por 3m de esteira, um estai de outro tanto(e admitindo velas triangulares de valuma recta) podemos calcular a sua área vélica como sendo:

A= ((7 x 3)/2) x 2 = 21m2

Assim podemos aproximar que o barco em questão, sujeito a um vento de 25kt que lhe incida perpendicularmente à vela, está sujeito a uma força “adernante” de q x A = 8484N ~= 848Kgf

Ora assim já se pode especular com razoável cagança académica o que é sobrará desses 848Kgf depois de terem sido consumidos a adernar o barco (com o seu peso + o da quilha ou lastro) e que ainda por cima não são reais já que, por accção do adernamento, parte do vento ainda se vai pisgar por cima das velas.

Ainda podemos agravar um pouco a coisa, já que todos sabemos que os barcos não navegam com vento perpendicular à velas senão quando se deslocam à popa rasa, e nessa altura não adernam. Ora, se o vento não incidir perpendicular à vela, q diminui. Se q diminuir ,a força resultante também diminui e, como o peso do barco e da quilha se mantêm, assim se aproximam do ridículo os valores do que sobra para pôr o barco a andar para a frente…

Mas não quero aqui desfazer dos monocascos. O meu intuíto (hoje) é diferente e diâmetralmente oposto. É que, por vezes, dissipar o que está a mais é bom e preciso, senão veja-se o que acontece quando se estica a corda apenas e só confiando em São Estabilidade de Forma:

Note-se que aquilo acima calculado em 5 minutos dava, se desenvolvido ao pormenor, para lavrar um tratado de dinâmica de fluídos, ciência que não domino. O que pretendi demonstrar por exagero é o baixo rendimento mecânico do barco à vela monocasco comum.

Abraço a todos

Pedro

Sábado, Novembro 07, 2009

Eu ainda cá não estava para ver…

mas fogo! Devia ser difícil viver no outro tempo, rodeado de Salazaristas, Bufos, Pides e adjuntos e demais gente miudinha ansiosa de brilhar e que, ainda por cima, era quem mandava.

Nem imagino como terá sido…

Cães danados e velhacos, maus, frustrados da insignificância das suas vidas e na eminência da obliviação do fraco legado que se viam em vias de deixar de herança aos seus, felizes de acariciar à lei da bastonada e dos decretos à medida quem quer que sequer ousasse fazer-lhes frente.

O que vale é que esses filhos das respectivas todos tiveram um fim triste, como mereciam, e sobraram muitos aflitos de lhes mijar nas campas, esboçando sorrisos de satisfação nessa hora de alívio e simbólico desabafo.  

Enfim. a história tende a repetir-se e é esperar para ver. Há e haverá gente que, mesmo fininha, aguenta muita cacetada e, num fenómeno capacitivo, têm a virtude de acumular carga, à espera de uma queda de tensão ou inversão de fase… :)

 

Polícia Internacional e de Defesa do Estado

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), foi a polícia política portuguesa entre 1945 e 1969.

A PIDE foi criada pelo Decreto-Lei n.º 35 046, de 22 de Outubro de 1945, substituindo a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado, de quem herdou a estrutura, métodos e funções.

A PIDE exercia actividade em todo o território português no sentido de evitar dissidências nas organizações civis e militares, usando meios e métodos baseados nas técnicas alemãs aplicadas na Gestapo, é considerada por muitos historiadores uma das polícias mais eficientes de sempre. Justificava as suas actividades com o combate ao internacionalismo proletário e comunismo internacional.

Pelo Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de Novembro de 1969, o Governo presidido por Marcello Caetano substituiu a PIDE pela Direcção-Geral de Segurança (DGS), que, por sua vez, foi extinta na sequência da Revolução de 25 de Abril de 1974, pelo Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de Abril.

A PIDE era temida pela utilização da tortura e foi responsável por alguns crimes sangrentos, como o assassinato do militante do Partido Comunista Português (PCP) José Dias Coelho e do General Humberto Delgado. Este último foi atraído para uma emboscada, só possível pela introdução de informadores nas organizações que o general liderava ou na sua teia mais íntima de relações pessoais, ultrapassando mesmo as fronteiras nacionais (não só o crime foi cometido em território espanhol como os informadores se encontravam instalados noBrasil, na França e na Itália).

Durante as guerras coloniais, a polícia política, até aí virtualmente ausente dos territórios africanos, assumiu nos três teatros de operações a função de serviço de informações e, constituindo, enquadrando e dirigindo milícias próprias, compostas por africanos, por vezes desertores das guerrilhas, colaborou com as forças militares no terreno. Neste âmbito, poderá a sua acção ter também ultrapassado as fronteiras; com efeito, são-lhe atribuídas responsabilidades, quer no atentado que vitimou o dirigente da FRELIMO Eduardo Mondlane, quer na manipulação dos descontentes do PAIGC que, num "golpe de Estado" dentro do partido, assassinaram o dirigente independentista Amílcar Cabral.

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Mais pasto, para o gado embrutecido.

De escolas de samba e noite das bruxas já nós tínhamos conhecimento. De putos rufias vestidos à Eminem com as calças pelo meio do cú e os telemóveis a tocar música ordinária, passeando gingões com cara de parvos pela rua, também.

Do futebol conhecem-se os benéficos efeitos concentradores de atenção num país em que ninguém se manifesta por nada nem que o nosso Primeiro nos fique com o ordenado inteiro mas onde se fazem esperas a selecções e equipas à porta de estádios e aeroportos só porque perderam com o Zé da Esquina.

Do curso técnico de Jogador de Futebol (com equivalência ao 12º ano) já por aqui tinha falado.

Contemplem pois mais uma pérola.

E se em vez destas porcarias nos preocupássemos antes em importar da América (ou de outros lados) as faculades e politécnicos de excelência? Ou as industrias técnicas especializadas em vez de vivermos indignados com o pouco que recebemos em paga da, afinal, pouca merda que produzimos porque, afinal, quando nos devíamos preocupar em aprender algo sobre alguma coisa andamos entretidos a discutir a bola e preocupados com mediocridades na tasca ao fim da tarde e depois, às 7 da matina, voltamos à fábrica todos orgulhosos de sermos os maiores produtores do mundo de rolhas de cortiça e ténis baratuxos.

Incongruências no Cercado e a dualidade de critérios- Já lá ía algum tempo…

…que não me tocavam distinções. Sinto-me honrado!

Mandaram-me ler ontem o que diz no artigo 4º, ponto 11, do regulamento do ancoradouro e cercado da Secção de Vela:

(artigo 4, ponto 11)  Quando as embarcações se encontram no parqueamento em terra compete aos seus proprietários manter o espaço circundante e utilizado limpo e arrumado. O espaço apenas se refere á embarcação e roulotte, quaisquer outros objectos não são permitidos.

 

Assim, e posto isto:

cavaletes

Isto:

côco do marco

Isto:

bote 

Isto:

bidões camané

Isto

escada cajó

Isto

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E isto:

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Porque é que será que só isto (entenda-se a piroga encima do flutuador do Fulô como está agora ou encaixada na zorra do Azul como local habitual alternativo) é que é considerado um “outro objecto” que se pretende agora sujeito a taxa?

piroga pôpa piroga proa

 

Note-se que sempre houve o cuidado  de deixar o referido “objecto” de tal forma arrumado que não ocupasse (nem se projectasse sobre) área de outro modo utilizável ou rentável e que é lógico e julgo será perceptível por toda a gente de boa fé que, além da necessidade de ter um meio em prontidão de me deslocar ao meu barco  ser indiscutível,  não é justo, digno nem honesto exigirem-me pela locação desse meio auxiliar taxa de parqueamento sobre usufruto de uma área já naturalmente ocupada e paga por outro utilizador do espaço em causa QUANDO ISSO NÃO É A REGRA PARA A GENERALIDADE DOS UTILIZADORES DO ESPAÇO DE CERCADO, senão atentem-se nas fotos que exponho.

Dizia o outro no livro, que passo a vida a citar pela abrangência da frase: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”. Olhem pois à volta, rigorosos zeladores, e vejam bem o absurdo da excepção, e excepções são aquilo que vós tão fervorosamente abominais, daquilo que agora me exigem…

Portanto caros camaradas navegadores d´Águacima, preparem os vosso parcos mealheiros pois, pelo que me é dado a perceber e pela primeira vez desde que tenho memória, passarão a ter de pagar (partindo do expectável princípio de que ainda não paguem) por todo o espaço ocupado pelos vossos “outros objectos” MESMO QUE OS ARRUMEM CONTIDOS  NA ÁREA JÁ DELIMITADA PELA PROJECÇÃO AO PLANO HORIZONTAL DO VOSSO BARCO E APARELHO, ou serão os meus “outros objectos” a única excepção nestes tempos de prometida igualdade? 

3 € por mês não são nada e não é por isso que se agrava a minha pobreza, mas chegam bem para pagar a minha tristesa por ver ao que isto chegou…

PS:

Será justo considerar a hipótese de se começar a cobrar mais, por exemplo, aos barcos à vela por terem mastreação, que se sabe ser um “objecto” de reconhecida projecção vertical, e que tendo utilidade desconhecida para alguns se pode inserir na categoria “outros objectos”,  a um barco com quilha,  a alguém que se tenha esquecido de recolher as defensas e as tenha ainda penduradas na balaustrada,  a alguém que tem uma balsa encima do barco,  a alguém que tem o côco encima do barco,  a alguém que tenha o motor pendurado no barco? É que desses há por cá muitos…

Abraço a todos

Pedro

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Aprumam-se os finalmentes.

Quem te viu e quem te vê, pau malvado…

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Hoje à tarde levas com duas demãos de primário e no Sábado ficas pronto com retoques de betume, conforme necessário, e 3 demãos de esmalte poliuretano…

Já faltou mais…